domingo, 22 de novembro de 2009

Confiar sempre no Senhor!

"O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei? O Senhor é o protetor de minha vida, de quem terei medo? Sei que verei os benefícios do Senhor na terra dos vivos! Espera no Senhor e sê forte! Fortifique-se o teu coração e espera no Senhor!" (Sl 26,1.13-14).

Nas dificuldades e temores temos a quem recorrer: ao Senhor Deus que nos ama. O medo, comum em todo coração humano, é inimigo terrível para nossa fé. Embora não possamos reprimí-lo totalmente, temos o Senhor como segurança em nossa luta interior. Na horas em que os nossos sentimentos parecem deixar-se vencer pelo medo, digamos a nossa alma: " Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!".

Não temer nem tremer, ser valente e corajoso porque o temor ao Senhor vence o medo. Essa precisa ser a atitude de quem coloca a sua confiança em Deus.
Digamos muitas vezes: "O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? Perante quem eu tremerei? Nada pode me causar medo, porque o Senhor é a proteção da minha vida!".

Espalhemos a graça de confiar sempre no Senhor Deus.

Fica conosco Senhor!!
Pois o Senhor é bom e Sua Misericórdia é eterna....

Claudia Rego

Consagrada - COM

Comunidade Obra de Maria

20 Anos Evangelizando de Todas as Formas com Alegria!

Missão Brasília - DF

sábado, 21 de novembro de 2009

Santo do Dia

23 de Novembro
São Clemente I
Com grande alegria e veneração lembramos a vida do terceiro Papa que governou, no primeiro século, a Igreja Romana. São Clemente I assumiu a Cátedra de Pedro, depois de Lino, Anacleto e com muito empenho regeu a Igreja de Roma dos anos 88 até 97.

Sobressai no seu pontificado um documento de primeira grandeza, fundamental a favor do primado universal do Bispo de Roma: a carta aos Coríntios, escrita no ano de 96.

Perturbada por agitadores presumidos e invejosos, a comunidade cristã de Corinto ameaçava desagregação e ruptura.

São Clemente escreve-lhe então uma extensa carta de orientação e pacificação, repassada de energia persuasiva, recomendando humildade, paz e obediência à hierarquia eclesiástica já então definida nos seus diversos graus: Bispos, Presbíteros e Diáconos.

Esta sua intervenção mostra que Clemente, para além de Bispo de Roma, sentia-se responsável e com autoridade sobre as outras Igrejas.

E saliente-se que, nessa altura, vivia ainda o Apóstolo São João, o que nos permite concluir que o Primado não foi de modo algum uma ideia meramente nascida de circunstâncias favoráveis, mas uma convicção clara logo desde o início. Se assim não fosse, nunca São Clemente teria ousado meter-se onde, por hipótese, não era chamado.

João, como Apóstolo de Cristo, era sem dúvida uma figura venerável. Mas era ao Bispo de Roma, como sucessor de São Pedro, que competia o governo da cristandade.

Uma tradição, que remonta ao fim do século IV, afirma que São Clemente terminou sua vida com o martírio. Seu nome ficou incluído no Cânon Romano da Missa.

Comunidade Obra de Maria
Missão Brasília - DF

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Dia da Consciência Negra

Igreja Católica No Mês da Consciência Negra
No Brasil, o Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro e foi escolhido por coincidir com a data da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Para o padre Ari Antônio dos Reis, assessor da Pastoral Afro-Brasileira, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a data não é apenas de comemoração e festividades. "Devemos, além de comemorar, reafirmar os compromissos de cidadania e reinserção da população negra", lembra.

"A Pastoral Afro-Brasileira está convidando para um olhar especial para o jovem negro. A Igreja tem que estar atenta para a violência contra estes jovens, que são os mais afetados, sobretudo os do sexo masculino É preciso cuidar e preservar suas vidas. Em várias capitais do País a realidade é que de cada 100 jovens 10 não completarão 18 anos. Por que isso tem que acontecer? O jovem é vítima da violência. Precisamos gerar uma reflexão sobre isso", fala padre Ari Antônio.

A Pastoral Afro-Brasileira busca promover constantemente ações que possam atrair os jovens, por este motivo boa parte dos agentes pastorais são jovens. Contudo, nem todos têm boas oportunidade de vida e acabam trilhando caminhos diferentes e que levam geralmente à droga e à criminalidade. "Existem três fatores principais para a violência, o primeiro são as péssimas condições estruturais de saúde, educação, habitação; o segundo é a falta de emprego e o terceiro fator é o tráfico de drogas. Hoje os jovens não têm recebido boas condições para viver", analisa.

A Pastoral Afro-Brasileira nasceu há cerca de 20 anos e está presente em todos os estados do Brasil. Sua atuação consiste em ceder atenção especial à população negra brasileira. "A atuação da Pastoral é uma forma de a Igreja Católica olhar com carinho para os negros, sobretudo para os que estão passando por dificuldades, também os pobres e excluídos. É nossa missão acolher, evangelizar e olhar as necessidades de todos", diz padre Ari Antônio.

Segundo padre Ari, a Pastoral reconhece a dimensão e a importância da cultura negra e das religiões de matriz africana; por este motivo busca conviver com tudo que seja próprio das populações negras. "Se as religiões ajudam o negro a ser uma pessoa melhor, conviver bem com os outros e a encontrar Deus, isso é bom".

Fonte: http://www.adital.org.br

Comunidade Obra de Maria
Missão Brasília - DF

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mensagem da Rainha da Paz

25 de Outubro de 2009


Queridos filhos! Hoje também Eu trago a vocês minha bênção. Eu abençôo vocês todos e Eu chamo vocês para crescerem nesta maneira que Deus tem começado através de Mim para sua salvação. Rezem, jejuem, e alegremente testemunhem sua fé, filhinhos, e que seus corações possam sempre ser preenchidos com a oração. Obrigada por terem respondido ao Meu apelo.
Comunidade Obra de Maria
Missão Brasília - DF

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Testemunho de Neil Velez

Por suas Chagas fomos curados...
Conheça a história de conversão e fé de Neil Velez, pregador que esteve presente no 'I Encontro Latino-americano de Cura e Libertação', que foi realizado nos dias 25 a 27 de julho, na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP).


Eu estava morrendo na cama de um hospital. Especialistas do Texas e da Califórnia viajaram à cidade de Nova York para me dizer que não podiam fazer mais nada por mim e que eu teria somente três meses de vida.
As válvulas do meu coração não estavam funcionando corretamente e surgiram tumores em minha cabeça, os quais faziam com que eu tivesse convulsões. Além do mais, um desses tumores oprimiu o nervo óptico deixando-me cego. Eu tinha hemorragias internas, vomitava sangue e caía banhado naquele líquido vermelho. Também padecia de meningite.
Enquanto me encontrava prostrado naquele quarto, debatia dia e noite com Deus. Minha discussão com o Senhor se centrava basicamente na seguinte passagem bíblica: 1 Pd 2,24, que dizia: "Por Suas chagas fomos curados". Eu tentava esquecer esse versículo mas não conseguia. A cada segundo que passava me sentia mais irritado com o Senhor. Por que eu estava tão irritado? Porque esse versículo me falava em um tempo passado. Não dizia que eu ia receber a cura ou que esperava ser curado, mas que eu já estava curado, há pouco mais de dois mil anos em uma cruz. Enquanto aquele versículo atestava que eu tinha saúde, o meu corpo me mostrava exatamente o contrário. Nasci enfermo e minha condição foi piorando até perder a vista e ficar prostrado em uma cama. Toda essa situação chegou a tal ponto que começei a gritar e a brigar com Deus, dizendo-lhe textualmente essas palavras: "Duas coisas estão acontecendo aqui: Tudo isso é mentira ou eu não te conheço". Nesse momento, escutei uma voz muito clara que me respondeu: "Meu filho, verdadeiramente tu não me conheces".
Eu passei minha vida inteira dentro da igreja. Pertenço à segunda geração de um ministério, meus pais e meus tios me levavam desde pequeno com eles a retiros e vigílias. Em outras palavras, não conheço outra vida que não seja de igreja em igreja. Dediquei toda minha vida ao Senhor, me formei e me preparei na Igreja, passando inclusive por um seminário. Com 12 anos eu já estava ministrando. E Ele dizia que eu não o conhecia.
A verdade é que eu acreditava conhecê-lo. E aí está a confusão de muitos que estão convecidos da mesma coisa que eu pensava naquela ocasião. Alguns consideram que – por não faltarem nunca à Missa, receberem a Eucaristia diária e serem constantes na oração do rosário – conhecem o Senhor profundamente. Outros estão convencidos de que por estudarem Filosofia, Teologia ou Psicologia o conhecem. Assim como há aqueles que até pregam sobre Jesus Cristo e ainda não sabem sobre quem estão falando. E eu era um destes! Acreditava saber sobre Ele, não só pela minha preparação como também pela minha educação e experiência, mas eu estava equivocado. Naquela noite descobri que eu estava longe de Deus. Representava o personagem bíblico, que fala de coisas sobre as quais não entendia, conhecia-nas somente de ouvir falar (cf. Jó 42, 1-6).
Quando o Senhor voltou a me falar eu compreendi a razão das palavras d'Ele. Como pude, desci da cama, me ajoelhei e começei a chorar como uma criança. Entre gemidos lhe disse as seguintes palavras: "É verdade, meu Deus. Eu não te conheço! Mas hoje quero te conhecer". Foi o dia em que fiz a oração mais importante da minha vida. Naquele momento, humildemente, abri mão de tudo o que eu pensava ser e ter, incluindo estudos, talentos, dons e formação. Naquele dia morri para mim mesmo e para tudo que eu tinha convicção de conhecer. Assim pude permitir que Deus nascesse em mim. Momentos antes de concluir a manifestação daquelas palavras, algo aconteceu comigo. Era uma dor tão forte que dava a sensação de que minha cabeça iria explodir. Quando senti que não podia mais resistir àquele tremendo sofrimento, começei a gritar como um louco naquele quarto. Gritei tanto que os médicos vieram correndo e entraram no quarto. Logo, de repente, aquela dor desapareceu e reinou a calma. Quando parei de chorar e sequei minhas lágrimas, abri meus olhos e notei que minha visão havia voltado. Estava contemplando o rosto daqueles médicos que me olhavam atônitos. Eu lhes dizia, cheio de emoção e alegria, que podia ver. Eles estavam maravilhados e em seguida começaram a fazer vários exames em mim e descobriram que os tumores e a meningite também haviam desaparecido.

Fonte: Canção Nova

Confira
TESTEMUNHO NA ÍNTEGRA


Comunidade Obra de Maria
MIssão Brasília - DF

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Para Curar a Árvore Genealógica

Imagens do 2° Dia de Encontro

(clique e confira)Comunidade Obra de Maria - Missão Brasília - DF
Evangelizando de Todas as Formas Com Alegria!

sábado, 14 de novembro de 2009

Cura da Árvore Genealógica - Com Pe. Jorge Tadeu e Comunidade Obra de Maria

Amanhã ainda teremos um dia cheio da Graça de Deus, com a Santa Missa, momentos de Adoração e oração pelas famílias. Traga sua família, e não deixe de participar!! Venham juntos experimentar e viver o amor e a misercórdia divina que Jesus ainda quer nos presentear!!!
Imagens do Primeiro Dia de Encontro
(Clique na Imagem)
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Não Percam, É Neste Final de Semana!!!

TRAGA SUA FAMÍLIA E VENHA PARTICIPAR!!!

Tema do encontro: "Encontro de Cura da Família''- Para Curar sua Árvore Genealógica.
Local: Salão de festas da Paróquia Santa Teresinha, QNJ 19 - Taguatinga-DF, Área Especial.
Dias: 14 e 15 de Novembro
Pregação: Padre Jorge Tadeu Hermes - SC
Animação: Ministério Obra de Maria
Horário: 8h ás 18hs.
Com Missa, Adoração, Oração pelos Falecidos e nossos antepassados, e muito mais...

Realização:
Comunidade Obra de Maria
Evangelizando de todas as formas com alegria!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Encontros Obra de Maria, momentos inesquecíveis!


Eu tive a grande graça de acompanhar dois retiros organizados pela comunidade Obra de Maria: o retiro de Carnaval e o retiro “Sou o Teu Milagre”, ambos realizados este ano no ginásio de esporte do Núcleo Bandeirante.


Quero deixar registrado que Deus me tocou nos dois retiros através da acolhida de vocês, da admirável e marcante dedicação e amor com que tudo lá foi feito e através da unção do grande canal de graça e poderoso instrumento de Deus Pai que é o homem santo o Frei Josué.


Saí dos dois retiros sentindo o amor de Deus por mim e por todos ali presentes cheio de vontade de abraçar a todos e dize-los o quanto Deus os ama, ou seja, eu saí cheio do Espírito Santo. Através do trabalho de vocês, aquele ginásio tornou-se, para mim, um verdadeiro território santo.


Todo vez que passo por lá, observo-o não mais como um ginásio público de esportes, mas como um local santo, um local de encontro de muitas criaturas com amor de seu Criador.


Espero por muito mais retiros em 2010 organizados pela C.O.M. como os que eu citei :-)
Jorge de Queiroz.
Comunidade Obra de Maria - 20 Anos
Evangelizando de todas as formas com alegria!
61 3331 2085

domingo, 8 de novembro de 2009

Pequenas comunidades dentro do XVI Congresso Eucarístico Nacional


Dizia o Servo de Deus João Paulo II, que as nossas assembléias não podem cair no anonimato, onde as pessoas não se conhecem. Dentro desta realidade é muito difícil amar, pois vemos um povo que se reúne, mas muitas vezes eu não sei quem está do meu lado na Eucaristia, não conheço os seus sofrimentos, as suas alegrias, as suas dificuldades.
Ninguém ama aquilo que não conhece, e muito menos se sente amado dentro de uma realidade de anonimato. Uma resposta muito eficaz a esta situação que nós passamos, é tratada no texto base do Congresso Eucarístico Nacional (CEN), onde as pequenas comunidades são uma resposta concreta a esta realidade impessoal.
Dentro das pequenas comunidades, as Celebrações vão gerando confiança nas pessoas para que cada irmão possa assumir as próprias dificuldades, as situações concretas da vida, não precisam esconder os tropeços na caminhada, a realidade do combate de um povo a caminho.
O que é mais bonito dentro desta condição é que aos poucos vai sendo gerado o amor dentro da comunidade. Os irmãos começam de uma forma precária, mas verdadeira, sentindo que são amados, começam a amar aqueles que o Senhor tem colocado dentro de sua comunidade.
Como afirmava João Paulo II, a comunidade torna-se “escola de comunhão” (“Cf. João Paulo II, Carta Apóstolica Novo Millennio Ineunte”). Essa comunhão que não é gerada por pessoas que são iguais, ou que estão em busca de um mesmo ideal, ou porque se escolheram, mas aos poucos aprendem a amar porque começam a se conhecer. As dificuldades de cada irmão, as lutas do dia a dia e a comunhão vêm pelo mistério de Cristo Eucarístico.
Embora muitos, tornamo-nos membros de um único corpo que dá vida àcomunidade, que ajuda a perdoar, onde aos poucos vai desaparecendo a arrogância, a prepotência, pois cada irmão conhece as próprias limitações e as do outro e isto ajuda a cada um experimentar o amor gratuito que nasce de Cristo. Ele que tem nos escolhido pecadores, pobres, prepotentes, débeis e tem nos inserido numa comunidade para que, através da experiência do amor que o Senhor tem por cada um de nós, da Sua entrega incondicional na cruz, nos dá a graça, em união com Jesus, de amar do mesmo modo como Ele nos ama e a capacidade de amar o outro como um “dom” que o Senhor colocou do nosso lado, para que possamos conhecer aquilo que somos, conhecer o outro do jeito que ele é. O amor que Cristo ensina dentro da comunidade é um amor disposto a fazer o bem até ao extremo, de dar a vida pelo outro.
Como posso dar a vida dentro da comunidade, se experimento que não tenho vida dentro de mim? Através do simples fato que o Senhor tem escolhido e amado, e que eu não sou merecedor deste amor. Nesta situação brota no meu interior a gratuidade de experimentar que o outro faz parte da minha vida e que me ajuda no amadurecimento da fé.
É da Eucaristia que nasce o amor, este não vem do esforço, não nasce de técnica, mas sim de um encontro com o Ressuscitado dentro da pequena comunidade, onde as pessoas se tornam verdadeiros irmãos e irmãs, pois estão dentro de uma caminhada para aprofundar a fé, através de um itinerário pedagógico onde cada membro sem exigência começa a conhecer-se através da palavra, da Eucaristia e da comunidade, para reconhecer a presença de Cristo na vida e reconhecê-lo no irmão.

Pe. Alessander Carregari Capalbo
Diocesano de Brasília
Comunidade Obra de Maria
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